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Estreia do ‘Auto dos Mártires de Cunhaú’ marca história cultural de Canguaretama

Espetáculo realizado em 16 de julho recria martírio de 1645 e une teatro, música e dança em produção a céu aberto; iniciativa foi financiada pela Política Nacional Aldir Blanc

Auto dos Mártires de Cunhaú

Espetáculo reuniu centenas de pessoas em Canguaretama (Foto: Divulgação)

CANGUARETAMA (RN) – A tarde do dia 16 de julho entrou para a história da cultura e da fé em Canguaretama com a estreia do espetáculo “Auto dos Mártires de Cunhaú”. A apresentação reuniu centenas de fiéis, moradores e visitantes, proporcionando uma emocionante releitura de um dos episódios mais marcantes da história do Rio Grande do Norte: o martírio ocorrido em 16 de julho de 1645, no antigo Engenho Cunhaú.

Idealizado como uma grande produção teatral a céu aberto, o espetáculo conduziu o público por uma narrativa que uniu teatro, música, dança, efeitos cênicos e elementos da cultura popular, recriando os acontecimentos que marcaram o testemunho de fé dos Santos Mártires.

A encenação destacou a trajetória do Padre André de Soveral e dos fiéis que permaneceram firmes em sua fé, transformando um capítulo da história potiguar em uma experiência artística de grande impacto emocional.

“Mais do que um espetáculo, o Auto dos Mártires de Cunhaú reafirmou o compromisso de preservar e difundir a memória dos protomártires do Brasil, aproximando história, religiosidade e cultura em uma linguagem acessível e envolvente.”

A iniciativa também fortalece o turismo religioso e evidencia o potencial artístico de Canguaretama, valorizando talentos locais e promovendo o patrimônio histórico e cultural do município.

O projeto foi realizado pelo Grupo de Teatro André de Soveral, vinculado à Paróquia Nossa Senhora da Conceição, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio da Prefeitura Municipal de Canguaretama e da Secretaria Municipal de Cultura.

Com uma estreia memorável, o Auto dos Mártires de Cunhaú consolida-se como uma nova tradição cultural e religiosa de Canguaretama, reforçando que a arte é uma poderosa ferramenta para manter viva a memória daqueles que deram testemunho de fé e inspiram gerações até os dias atuais.

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